Mostrando postagens com marcador histórias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador histórias. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de setembro de 2010

Como assim sábado! AI... eeeh Loira!

É eu sei que deveria ter feito o meu post ontem, mas sinceramente não estava em condições. Peço desculpas a todos... Bem hoje irei falar um pouquinho sobre a turma da Mônica atendendo o pedido da minha amiga Giseli que Fãnzona deles. Caso queiram dar sugestões também podem ter certeza que farei opossivel para atende-los, sugestões são sempre bem vindas!
Espero que gostem!...rs


Turma da Mônica
Um grupo de personagens de história em quadrinhos criado por Mauricio de Sousa no ano de 1959.
É o maior dos grupos (chamados de "turmas") de personagens criadas pelo cartunista, possuindo ainda uma série de minigrupos, nos quais as personagens passam por várias peripécias cotidianas. O termo pode se referir também a todas as personagens já criadas por Mauricio, mas que, a rigor, não fazem parte da "Turma da Mônica", tais como as personagens da Turma da Mata ou da Turma do Penadinho.
Os primeiros personagens da Turma da Mônica foram Bidu e Franjinha publicados pela Editora Continental em 1960.[1]
A Turma da Mônica foi publicada pelas editoras Abril e Globo[2] e desde 2007 vem sendo publicada pela Panini Comics[3].


Criação


Turma da Mônica
Maurício de Sousa
Ano
1959 - presente
Website
www.monica.com.br
História em quadrinhos
Mauricio de Sousa, então repórter policial da Folha da Manhã, no ano de 1959 ofereceu aos redatores do jornal uma tira em quadrinhos sobre um cãozinho e seu dono, Bidu e Franjinha. Nos anos seguintes foram lançados Cebolinha e, em seguida, Chico Bento, Cascão, Magali e Pelezinho, entre outras.
A Turma da Mônica pode ser encontrada em diversas mídias como livros, jornais, desenhos animados, CD-ROM, games, internet e discos. A "Turma" na verdade consiste de 14 turmas:





Turma da Mônica
A Turma da Mônica, ou Turminha, mora em um bairro de São Paulo, o Bairro do Limoeiro (possível referência ao Bairro do Limão, na Zona Norte de São Paulo). Sousa disse recentemente que se inspirou em um bairro da década de 70 da cidade de Campinas, o Cambuí, para criar o Bairro do Limoeiro. Inicialmente, o bairro da Turminha se chamava "Bairro do Tamarindeiro" e nas historinhas atuais há várias referências a este antigo nome. É um local com muitas plantas e árvores, um campinho (onde os meninos brincam), um lixão, outrora muito visitado pelo Cascão (que não vai mais lá pois o lixão transmite muitas doenças), e quase nenhum asfalto. Mônica é conhecida pelos meninos como a "dona da rua", título que Cebolinha tenta usurpar com "planos infalíveis".




Turma do Chico Bento:
Turma de personagens cujas histórias acontecem em uma cidade no interior de São Paulo, a Vila Abobrinha, composta em sua maioria por fazendas. A ambientação e as rotinas das personagens retratam fielmente o cotidiano e a cultura caipira. Originalmente o principal personagem era o Zé da Roça, e Chico Bento, um coadjuvante.
Na Vila Abobrinha ficam as fazendas do Chico Bento e do Nhô Lau (da qual os meninos roubam goiabas das árvores), a escola da Professora Marocas e o centro da cidade, onde ficam os armazéns e a igreja do Padre Lino, todos frequentados normalmente por Chico e sua Turma.






Turma do Horácio
Horácio é um dos principais personagens de Mauricio. Comenta-se que, na verdade, é um alter-ego do próprio autor, através do qual ele pode expressar sua opinião e filosofar.
Suas histórias geralmente não tem fins humorísticos e sim reflexivos acerca de vários assuntos.










Turma do Penadinho
Parodia o gênero terror, mostra monstros e assombrações tentando se divertir no cemitério. Foi criada em 1970.










Turma do Piteco
As histórias se passam na pré-história, na aldeia de Lem, e são estreladas por Piteco. Apesar dos dinossauros terem grande papel, Horácio & Cia. nunca aparecem. Nas primeiras tirinhas de jornal, Piteco era amigo de Horácio.








Turma da Tina
Foi criada nos anos 1960, e inicialmente tinha um visual hippie, assim como seu amigo Rolo. Ao longo do tempo seu traço foi sendo modificado, e o desenho de suas roupas, atualizado.






Turma do Papa-Capim
A turma do Papa-Capim é um dos muitos minigrupos dos quadrinhos Turma da Mônica, criados por Mauricio de Sousa Essa turma consiste nas personagens principais:
Papa-Capim: (1970)- Um indiozinho curioso e de bom coração que ama os animais e tenta proteger a floresta onde vive a qualquer custo.
Cafuné: (1967)- Esse indiozinho narigudo é um grande amigo de Papa-Capim. Ele costuma ser um tanto desastrado, mas sempre com boas intenções.
Jurema: (1976)- Indiazinha que namora Papa-Capim.







Turma da Mata
São todos animais vivendo na mata, representando um misto de hierarquia humana e selvagem.
O personagem principal é o Jotalhão, elefante verde que se transformou em garoto-propaganda da marca de extrato de tomate Elefante.












Turma do Astronauta
Que possui o Herói espacial que viaja pelo espaço em sua nave redonda, explorando planetas, derrotando vilões/monstros espaciais e salvando povos.








Turma do Ronaldinho Gaúcho
Faz parte da revista Ronaldinho Gaúcho, editada pela Panini, e de Ronaldinho Gaúcho e a Turma da Mônica, lançada oficialmente em 12 de maio de 2006, pela Editora Globo.
As histórias sobre a Turma do Ronaldinho Gaúcho se passam no Bairro do Limoeiro, mesmo bairro onde residem os personagens da Turma da Mônica. Em quase todas as histórias, as duas turmas se encontram.
As revistas da Turma do Ronaldinho Gaúcho são publicadas em outros países, como França, Croácia, Itália, Holanda, entre outros. Suas tirinhas também são publicadas no jornal britânico The Daily Mirror.



Turma do Pelezinho
Que retrata o astro do futebol Pelé em sua infância.
A revista Pelezinho, e seu almanaques, foram publicados no Brasil entre 1977 e 1986 pela Editora Abril. A partir de janeiro de 1987 todas as revistas em quadrinhos de Mauricio de Sousa passaram a ser publicadas pela Editora Globo, menos a de Pelezinho, que teve sua publicação encerrada.
Hoje em dia histórias de Pelezinho não são mais produzidas.
Pelezinho e sua turma jamais tiveram qualquer relação com outros personagens de Maurício de Souza, como aparecer nas histórias deles e vice-versa.





Turma da Mônica Jovem
É um mangá de autoria de Mauricio de Sousa. Trata-se de uma evolução dos personagens de Turma da Mônica, agora adolescentes. As revistas se apresentam em formato semelhante ao dos mangás lançados originalmente no Japão.
Mauricio, na Bienal do Livro de São Paulo, lançou a prévia de Turma da Mônica Jovem.





Turma do Bidu
É constituída essencialmente por objetos inanimados (ossos, pedras, poças de água, etc) que estabelecem diálogos, por vezes marcados pelo non-sense e pela metalinguagem. Uma das personagens mais recorrentes é Dona Pedra - além de outros cães que aparecem nas diversas funções de produção de um filme (roteiristas que estabelecem o argumento da história, sendo freqüentes as referências à própria história e à sua condição de desenhos).






Turma da Mônica Baby
É a versão bebê da Turma da Mônica, que foi criada por Mauricio de Sousa e surgiu no início do ano de 1990. A Turma da Mônica Baby, que também é chamada de Turminha Baby aparece com freqüência nos pacotes de fraldas descartáveis, em babadores, em brinquedos e outras coisas direcionadas para o público da primeira infância de 0 a 3 anos. Apareceram no filme Uma Aventura no Tempo da Turma da Mônica e a Mônica Baby ficou com o elemento Terra.



Realmente a Turma da Mônica é muito boa! Tem varios dados desde quadrinho, Jogos, Filmes... Então pra não ficar muito extenso, resolvi só falar um pouco no geral da turma toda. Espero que tenham gostado. Pra finalizar ...


sábado, 28 de agosto de 2010

Ma oeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

Bom depois de tanto tempo .... aqui estou eu d volta!!! rsrsrs
Espero que tenham sentido minha falta ... ou não!!! kkkk

Hoje não é meu dia de escrever por aqui mas ja estava com saudades...
Vamos falar um pouco de uma pessoa que a anos vem alegrando a todos nós aos finais de semana principalmente!
Ele o Silvio Santos !!!!!

O moleque era um zero à esquerda na escola, faltava à maioria das aulas e encarnava um pestinha com os colegas. Silvio, desse jeito você não vai ser ninguém na vida. Só pensa em futebol. Era comum ver o menino contar histórias para os alunos sobre a atuação dos times de futebol. Silvio é torcedor do Fluminense.
As travessuras de Cenourinha (meldels), apelido dado por colegas de Silvio, pelo diminutivo de Senor, não se limitavam à sala de aula. Sua mãe, Rebecca Abravanel, vivia atrás do menino, com chinelo na mão, pelas ruelas da Vila Rui Castro, na Travessa Bentevi, no Centro, onde ele nasceu. Silvio brincava horas com os amigos, na rua, e não dava sossego à Dona Rebecca.
O temperamento intempestivo de Rebecca vem do sangue. Turca, trazia a rédeas curtas Silvio e os outros cinco filhos (Beatriz, Sara, Leon, Perla e Henrique). Rebecca conheceu o pai de Senor no Rio.
Mas tudo começou a desandar quando o pai se viciou no jogo. Nos salões dos cassinos, Alberto perdeu a única fonte de renda. Irritado, Silvio deixou a escola, por dois meses, e passou ganhar dinheiro apostando com jogadores de sinuca, nos bares da Lapa. Apesar do esforço e da persistência, o trabalho complicava a vida escolar de Silvio, que nem sempre conseguia ir às aulas. No terceiro ano básico, quando tinha 19 anos, das 459 aulas previstas no currículo, ele faltou a 234. Ou seja: 51%. kkkkkk
E adivinhem só o maior passa tempo de Silvio era ir ao cinema!!! Sim ... era uma época beem diferente!!! rsrs
Aos 14 anos, Silvio descobriu que podia ganhar dinheiro vendendo capas de plástico para título de eleitor. Silvio Santos, dava o pontapé inicial para construir o seu império, decidiu ganhar a vida como camelô. Comprou uma carteira para guardar título de eleitor e saiu pela rua dizendo que era a última. Vendeu de imediato. Com o lucro, comprou mais duas peças.Há dias observara os camelôs em ação, e queria encontrar uma maneira de ganhar dinheiro, sem muito esforço.Espertinho ele .... rsrsrsrs
E depois??? rsrsrs ....
Bom por hoje é só!!!!!!!!!!!!! AAAAHHHHHH kkkkkk
Essa foi a primeira parte da história de vida desse grande "homem do baú"!!!!
Beijos e beijos
Semana que vem nos vemos com a segunda parte ^^
Fica ai um video com um áudio mega engraçado kkkkkk
Fuiiiii







Vamos falar de musica...[2]

Oi, como estão?

Estou aqui na madrugada de sexta pra sábado pra fazer meu post da semana, pois, não estarei em casa amanhã (de novo), então... como essa hora já é considerada “sábado” vou fazer minha lista.

Como eu já adiantei no post anterior, tenho uma série de listas com temas que escolhi e blá blá blá... resumindo, o tema desse sábado é “Musicas com histórias legais”

Pra começar com o pé direito, vamos com Pearl Jam – Jeremy.

A musica que é baseada na história real de um garoto americano que sofria bulling de seus companheiros de classe e escola e que um dia deu um tiro na própria cabeça na frente da sala toda.

Musica ótima, com história maravilhosa e com um clip genial.

Bandas brasileiras também fazem musicas com histórias muito boas.

Uma boa prova disso é a musica que está logo abaixo, Marvin do Titãs.

A história de um menino no qual viu seu pai morrer cedo e acabou se tornando o responsável pelo sustento da família.

Só o Titãs pra deixar uma musica com uma letra tão triste com um arranjo tão “feliz” tão boa.

Dessa vez a versão ao vivo pra vocês.

Um clássico do heavy metal pra deixar nossa lista mais legal.

Changes do Black Sabbath (ou só do Ozzy, pois não sei bem) conta a triste história da morte de mulher e tal...

Não sei bem a história nem nada, mas essa musica realmente me comove toda vez que me lembro da letra.

Clássico é clássico né malandro!

Do heavy ao pop.

O que se falar da musica que fala sobre uma pessoa que poderia salvar outra de um afogamento (ou possível suicídio)?

Isso é Phill Colins e isso é bom pra caralho!!

E pra variar bastante, vamos ao rap.

A história de um detento que viveu de perto o “massacre do Carandiru” é cantada maravilhosamente por Mano Brown.

Diário de um detento – Racionais MC’s mostra como quase todas as musicas do Racionais são: letras fantásticas.

Clássico do rap nacional e, na minha opinião, um dos grandes clássicos da musica brasileira.

Continuando com o nosso idioma, Renato Russo canta a musica que... que... bem... não consigo expressar o que é essa musica.

Faroeste Caboclo da Legião Urbana é uma musica com uma história épica, uma história que poderia facilmente virar filme.

Com o mais puro Hard Rock, 18 and life do Skid Row também tem uma história de um rapaz que morre cedo.

A magia dessa musica se completa com a potente voz de Sebastian Bach e com um lindo arranjo.

(Só pra me gabar, eu tive a oportunidade de ver Sebastian Bach cantando essa musica ao vivo e a cores... a sensação foi foda!)

E pra encerrar, voltemos a 1968.

Mick Jagger escreve uma musica onde o próprio Diabo fala com o homem.

Uma série de coisas sinistras acontecem depois que essa musica é lançada: Brian Jones, primeiro guitarrista dos Stones morre quase que repentinamente; em um festival, durante a musica uma confusão enorme começa e acaba com uma pessoa esfaqueada... Pois é... isso é Rolling Stones... isso é rock n’ roll de verdade.

Esse vídeo mostra a confusão onde a pessoa acabou morrendo e tal... vale a pena ver!

Espero que tenham gostado!

Até a próxima semana!

Paz!

sábado, 21 de agosto de 2010

Sábado!!! Invadindo espaço alheio... Putz! Tinha que ser a Loira!

Em primeiro lugar, peço desculpas, pois não postei ontem, pois precisava de tempo para pesquisar coisa que tava difícil...
Essa semana em meus momentos de nostalgia, confesso que ri muito com o vídeo dos trapalhões cantando a musica A Filha do Seu Faceta. É realmente hilário ver o Zacarias de filha do Didi!!!
Por outro lado é triste ver que hoje o humor da teve estar tão precário, não se ri mais como antes por coisas que as vezes eram tão simples e bobas, mas com toda a graça que não se vê mais pelo menos na programação brasileira. Até contei pra uma amiga e procurei um pouco sobre oque aconteceu com Os Trapalhões, como a morte de alguns dos seus integrantes que nem eu sabia. Confesso gostei de saber um pouco mais. Afinal Os Trapalhões são um exemplo humorístico. Bem decidi colocar um pouco sobre os personagens Zacarias e Mussum, porque tem muita coisa. Na miha opinião são os melhores, porque Mussum e Zacarias eram a essência do humor. É claro não desmerecendo os demais!
Espero que gostem!...



Mussum teve origem humilde, nasceu no Morro da Cachoeirinha, no Lins de Vasconcelos, subúrbio do Rio de Janeiro. Estudou durante nove anos num colégio interno, onde obteve o diploma de ajustador mecânico.
Nos anos 1960, é convidado a participar de um show de televisão, como humorista. De início recusa o convite, justificando-se com a afirmação de que pintar a cara, como é costume dos atores, não era coisa de homem. Finalmente estreia no programa humorístico Bairro Feliz (TV Globo, 1965). Consta que foi nos bastidores deste show que Grande Otelolhe deu o apelido de Mussum, que origina-se de um peixe teleósteo sul-americano.

Em 1969, o diretor de Os Trapalhões, Wilton Franco, o vê numa apresentação de boate com seu conjunto musical e o convida para integrar o grupo humorístico, na época na TV Excelsior. Mais uma vez, recusa; entretanto, o amigo Manfried Santanna (Dedé Santana) consegue convencê-lo, e Mussum passa a integrar o quarteto (que na época ainda era um trio, pois Zacarias entrou no grupo depois) que terminaria tornando-o muito famoso em todo o país. Mussum era o único dos quatro Trapalhões oficiais que era negro (Jorge Lafond e Tião Macalé, apesar de também negros e atuarem em vários quadros com o grupo, eram coadjuvantes).
Apenas quando Os Trapalhões já estavam na TV Globo, e o sucesso o impedia de cumprir seus compromissos, é que Mussum deixou os Originais do Samba. Mas não se afastou da indústria musical, tendo gravado discos com Os Trapalhões e até um solo dedicado ao samba.
ma de suas paixões era a escola de samba Estação Primeira de Mangueira, todos os anos sua figura pontificava durante os desfiles da escola, no meio da Ala de baianas, da qual era diretor de harmonia. Dessa paixão veio o apelido "Mumu da Mangueira". Também era flamenguista.

O Trapalhão Mussum

Mussum foi considerado por muitos o mais engraçado dos Trapalhões.No programa, popularizou o seu modo particular de falar, acrescentando as terminações "is" ou "évis" a palavras arbitrárias (como forévis, cacildis, coraçãozis) e pelo seu inseparável "mé" (ou "mel", que era sua gíria para cachaça). Numa época em que ainda não havia o patrulhamento "politicamente correto", Mussum se celebrizou por expressões onde satirizava sua condição de negro, tais como "negão é o teu passadis" e "quero morrer pretis se eu estiver mentindo", além de recorrentes piadas sobre bebidas alcoólicas.
O humorista nunca foi esquecido pelo grande público que conquistou, e recentemente foi lembrado em uma série de camisetas lançadas no Rio de Janeiro, com a imagem estilizada de Mussum e a inscrição "Mussum Forevis". Assim como várias outras homenagens que acontecem em redes sociais. Como por exemplo a comunidade “Mussum- O hômis, o mitis”, a que inclui no meu orkut.

Morte

Mussum morreu em 29 de julho de 1994, aos 53 anos, não resistindo a um transplante de coração, e foi sepultado em São Paulo. [1] Deixou um legado de 27 filmes com Os Trapalhões, além de mais de vinte anos de participações televisivas.






Zacarias
Mauro nasceu em uma família humilde com onze irmãos. Mauro era mineiro de Sete Lagoas, cidade do interior de Minas Gerais a 70 km da capital Mineira onde foi sepultado. Antes de se tornar famoso, foi vendedor de sapatos e trabalhou em uma fábrica de café[1], onde seu pai já trabalhava. Mauro teve diversos trabalhos, mas foi na TV TUPI que Mauro criou, no programa Café Sem Concerto, o personagem que marcou definitivamente sua carreira: Zacarias[3]. Sua participação no programa fez com que Renato Aragão o convidasse para fazer parte de "Os Trapalhões". Mauro foi o último a integrar o grupo, do qual já faziam parte Didi, Dedé e Mussum, completando assim a formação do quarteto.

O Trapalhão Zacarias

Zacarias era caracterizado pelo jeito infantil e ligeiramente afeminado (embora sem conotação homossexual), pela peruca (Mauro Gonçalves era calvo) e pela risada característica. Mauro dizia que "Zacarias" era o nome de um galo que ele tinha na infância, e desde pequeno o chamavam assim.
Seu personagem foi o mais caricato de todos, marcado por seu dentes saltados e sua risada inconfundível, e pelo constante assédio à sua peruca (sempre alguém ou algo roubava sua peruca, a qual ele desesperadamente se esforçava para recuperar em meio a gritos e lamúrias). Outra característica sua era chorar feito criança ao ser agredido ou ofendido.
to em 1975.

Falecimento

Zacarias faleceu em 18 de março de 1990, aos 57 anos. Embora a família do ator tivesse omitido a razão de sua morte, o boletim médico liberado para a imprensa pela Clínica São Vicente, localizada na Gávea, no Rio de Janeiro diz que o ator teve insuficiência respiratória em consequência de uma infecção pulmonar, muitos rumores dizem que foi devido ao enfraquecimento de seu sistema imunológico devido a dietas e a boatos não confirmados sobre ele ter tido AIDS. De lá, seu corpo foi embalsamado e levado para Sete Lagoas, onde foi sepultado. Seu falecimento chocou muitas crianças, já que na época ele estava em plena atividade. Sem falar em seus dois companheiros Renato Aragão e Dedé Santana, que compareceram ao velório emocionadíssimos. Renato declarou que seu filho caçula havia morrido e que Zacarias nunca havia crescido, pois o considerava como um menino. Mussum não pôde comparecer por estar fora da cidade no triste dia.

Bem pra Finalizar o video que surtei assisti varias vezes e cantando junto kkk...(Mas que belezaaa...)

(A informações acima descritas foram obtidas através dos sites: Google, Youtube e Wikipédia.)

Páginas

Takeoparianos

Selo Takepariu S/A

Takeopariu 2